
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Kelly Slater comanda circuito mundial “rebelde”

ISA Games - Brasil luta pelo ouro na Costa Rica
WQS Inglaterra Guigui manda bem
Atual campeão da etapa inglesa do WQS, o paulista Wiggolly Dantas fez uma bela estreia no Relentless Boardmasters 2009, etapa de nível 5 estrelas que rola em Fistral Beach, Inglaterra.
Sob chuva e em ondas consistentes de até 1 metro, foram disputadas as 16 baterias iniciais da primeira fase.
Destaque para a ótima performance de Guigui, autor de notas 7.60 e 6.73 na vitória sobre o israelense Omer Bar (2o), o inglês Chris Owen e o havaiano Cheyne Willis.
Ainda pela primeira rodada, o carioca Jorge Spanner totalizou 11.17 pontos para avançar atrás do espanhol Gony Zubizarreta, deixando para trás o francês Simon Marchand e o inglês Grishka Roberts.
Os franco-brasileiros Patrick Beven e Eric Rebiere também entraram em ação e fizeram bonito nas ondas de Fistral.
Já Rebiere descolou 13.43 pontos na vitória sobre o inglês Mark Harris, o espanhol Javier Rosino e o inglês Dean Winter.
O cearense Charlie Brown disputou a última bateria desta terça e foi eliminado pelo espanhol Medi Veminardi e o inglês Alan Stokes.
Faltam oito baterias para o término da primeira fase. O carioca Leo Neves e o baiano residente na Austrália André Teixeira estreiam somente na quarta-feira.
Um dos adversários de Leo é o alagoano Eduardo Fernandes, surfista que atualmente representa Portugal.
Relentless Boardmasters 2009
Primeira fase
Segunda fase
4 Stephen Michelsen (Afr), Ruben Gonzalez (Por), Eneko Acero (Esp) e Wiggolly Dantas (Bra)
6 Chad Du Toit (Afr), Jorge Spanner (Bra), Clancy Dawson (Aus) e Joan Duru (Fra)
Brasileiros voam no Chile
Nesta quarta-feira (5/8), os brasileiros ditaram o ritmo do Arica Chilean Challenge, quinta etapa do mundial IBA (International Bodyboarding Association), que rola na temida bancada de El Gringo, Arica, Chile.
O mar agitado e as ondas com mais de 3 metros fizeram bem aos brazucas. O time canarinho conta agora com cinco representantes nas oitavas-de-final, programadas para esta quinta-feira (6/8).
O primeiro atleta brasileiro a encarar a bancada foi o voador
Uri Valadão. Atual campeão mundial, o baiano teve uma excelente apresentação e fez um duelo a parte com o australiano Thomas Rigby.
Guilherme Tâmega foi um dos últimos brasileiros a cair na água. Mesmo com o mar em condições mais difíceis do que no início do dia, o hexacampeão não encontrou dificuldades e demonstrou um bom conhecimento do pico para garantir vaga nas oitavas.
O evento deve recomeçar nesta quinta-feira, às 9 horas de Brasília (8 no Chile), quando acontece uma nova chamada. A competição é transmitida ao vivo pelo site oficial do Arica Chilean Challenge .
Oitavas-de-final
terça-feira, 4 de agosto de 2009

O tamanho da onda é sempre discutívelFoto: DivulgaçãoQuem viu imagens desta onda sabe do que estou falando. Quando você olha para a foto, você fica com vontade de estar no lugar dele. Talvez pela combinação dos fatores como: Sol, Altas Ondas, Linha Limpa. Fatores estes que implicam e interferem na medida real. Como? Por exemplo, um mar de 1 metro buraco forte. Em um dia de sol e água azul transparente, acreditamos de estar num playground com ondas pequenas. Agora imagine esta mesma situação com o tempo fechado, chuva e água escura, ventando. Com certeza a nossa previsão vai para um metrão e meio fechadeira.Mas, devido a todas estas confusões, invenções e pirações do folclore criado por nós, surfistas do mundo todo, e conhecendo as formas como medimos as ondas para dissertarmos (sim, dissertarmos, pois devido a tanta discordância precisamos sentar e debater sobre teses), criei uma tabela que possa ajudar a entender o real tamanho de uma onda (baseado, como já disse, no folclore do nosso litoral).Veja e confira se você e seus amigos se enquadram na forma de falar das ondas abaixo (folclórico). O tamanho que falamos de uma onda e qual é a sua real altura.Confira:QUANDO FALAMOS: NA VERDADE TEMOS (relacione com a sua altura):Quando falamos: 0,5 metrinho (meio metrinho) - Temos: 0,5 metro (meio metro) (não é que aqui não foge muito do inicial?!)Quando falamos: 0,5 metro (meio metro) - Temos: 1,0 metro (um metro) (aquela onda que bate no seu peito não tem um metro?)Quando falamos: 0,5 metrão (meio metrão) - Temos: 1,5 metro (um metro e meio) (esta está na altura do seu rosto)Quando falamos: 1,0 metrinho (um metrinho) - Temos: até 2 metros (muito usado em dias de ondas boas com muito sol)Quando falamos: 1 metro (um metro) - Temos: entre 2 metros e 2,5 metros ( dias bons. pense na onda acima de sua cabeça!)Quando falamos: 1,0 metrão (um metrão) - Temos: acima de 2,5 metros (olha, não é difícil de acontecer)Parece-me que o nosso problema é o menosprezo sobre a altura. Isso já é histórico, cultural. Costumávamos falar que as ondas estavam sempre menores só para falar que aquela situação era fácil para nós. Eu acho que hoje não precisamos mais nos prender a essa situação de diminuir tamanhos para nos valorizar.BEM VINDO AO MUNDO DO SURF VISTO PELOS MEUS OLHOS!Henrique Chaves é MBA em marketing esportivo, diretor do Ibrasurf e surfa há 27 anos
O tamanho da onda é sempre discutível,viu imagens desta onda sabe do que estou falando. Quando você olha para a foto, você fica com vontade de estar no lugar dele. Talvez pela combinação dos fatores como: Sol, Altas Ondas, Linha Limpa. Fatores estes que implicam e interferem na medida real. Como? Por exemplo, um mar de 1 metro buraco forte. Em um dia de sol e água azul transparente, acreditamos de estar num playground com ondas pequenas. Agora imagine esta mesma situação com o tempo fechado, chuva e água escura, ventando. Com certeza a nossa previsão vai para um metrão e meio fechadeira.Mas, devido a todas estas confusões, invenções e pirações do folclore criado por nós, surfistas do mundo todo, e conhecendo as formas como medimos as ondas para dissertarmos (sim, dissertarmos, pois devido a tanta discordância precisamos sentar e debater sobre teses), criei uma tabela que possa ajudar a entender o real tamanho de uma onda (baseado, como já disse, no folclore do nosso litoral).Veja e confira se você e seus amigos se enquadram na forma de falar das ondas abaixo (folclórico). O tamanho que falamos de uma onda e qual é a sua real altura.Confira:QUANDO FALAMOS: NA VERDADE TEMOS (relacione com a sua altura):Quando falamos: 0,5 metrinho (meio metrinho) - Temos: 0,5 metro (meio metro) (não é que aqui não foge muito do inicial?!)Quando falamos: 0,5 metro (meio metro) - Temos: 1,0 metro (um metro) (aquela onda que bate no seu peito não tem um metro?)Quando falamos: 0,5 metrão (meio metrão) - Temos: 1,5 metro (um metro e meio) (esta está na altura do seu rosto)Quando falamos: 1,0 metrinho (um metrinho) - Temos: até 2 metros (muito usado em dias de ondas boas com muito sol)Quando falamos: 1 metro (um metro) - Temos: entre 2 metros e 2,5 metros ( dias bons. pense na onda acima de sua cabeça!)Quando falamos: 1,0 metrão (um metrão) - Temos: acima de 2,5 metros (olha, não é difícil de acontecer)Parece-me que o nosso problema é o menosprezo sobre a altura. Isso já é histórico, cultural. Costumávamos falar que as ondas estavam sempre menores só para falar que aquela situação era fácil para nós. Eu acho que hoje não precisamos mais nos prender a essa situação de diminuir tamanhos para nos valorizar.BEM VINDO AO MUNDO DO SURF VISTO PELOS MEUS OLHOS!Henrique Chaves é MBA em marketing esportivo, diretor do Ibrasurf e surfa há 27 anos
O tamanho da onda é sempre discutívelFoto: Divulgação
Falar em altura das ondas no Brasil nunca foi fácil. E nunca será. E não é para menosprezar o nosso país. Comprovadamente vivemos em um país repleto de swells e condições para a prática do surf. Muito próximo aos países com as melhores ondas. Ainda mais este ano em que estamos sendo beneficiados com uma variedade e constância superior a épocas passadas.Talvez perdemos um pouco em qualidade, devido aos nossos fundos, na maioria de areia, que encontram-se em constantes modificações. Mas que elas estão ao nosso redor e ao nosso alcance, isso é verdade.Quanto ao menosprezo falo sobre nós, surfistas. O quanto é duro, em roda de amigos, dissertar sobre o tamanho das ondas de hoje ou daquele dia épico, de gala, aonde escutamos, através de diversos conhecidos, ter quebrado de meio metro até três metros overhead. E torna-se pior e mais difícil ainda se nesse dia você chega mais tarde e ouve a célebre frase: "Mais cedo estava melhor"! Como é que você poderá saber realmente o tamanho das ondas?Ainda não consigo acreditar de que, amigos de longa data dentro e fora da água, possam desconhecer a forma como são medidas as ondas, para obter-se uma definição da altura. E também não me conformo quando estes arriscam suas medições, sempre muito ABAIXO do que normalmente está quebrando. Hoje não procuro mais levantar a questão de ‘quanto é que está hoje’ para não perder um tempo discutindo. Primeiro penso em pegar as ondas. Após a queda procuro finalizar a questão com fotos. Tendo estas em mãos fica muito mais fácil comprovar o tamanho das ondas, eliminando todo o tipo de discussão.E deixo claro desde já: as ondas são medidas pela sua face, pela frente.Alguns lembrarão como textos eram descritos nas revistas especializadas, definindo o tamanho das ondulações por ‘pés hawaianos’. Lembram-se? Eram muito estranhos, pois definidas e publicadas as ondas com alguns pés de tamanho, o que se via nas fotos e/ou filmagens era no mínimo o dobro de seu tamanho. E sempre seguida com a explicação: ‘No Hawaii medem-se as ondas por trás’.Ora essa, e desde quando se surfa a onda por trás? Os eventos de ondas grandes, que acontecem no Brasil e no mundo, nos deixam claro a forma correta de medir a altura dos vagalhões. Suas ultimas medições têm nos comprovado. Toda e qualquer onda surfada será medida por sua face, pela sua frente. Não é a toa que estamos chegando a impressionantes 60’, 70’, 80’ ou mais, conforme o big surf vai se profissionalizando.Todos sabem que a medição por trás é inviável. Cansei de surfar dias com ondas quebrando sempre acima da cabeça, as vezes bem maior, e ao sair da água você escuta:" tava só um metrinho".Uma onda que me impressiona até hoje foi a surfada por Pete Cabrinhas em Jaws para a esquerda. Uma 66’(medida oficial) limpa, lisa e em linha. Coisa impressionante. Se alguém me contasse que era uma onda de 20’ hawaianos (aqueles medidos por trás) eu cairia na risada.
O tamanho da onda é sempre discutívelFoto: DivulgaçãoQuem viu imagens desta onda sabe do que estou falando. Quando você olha para a foto, você fica com vontade de estar no lugar dele. Talvez pela combinação dos fatores como: Sol, Altas Ondas, Linha Limpa. Fatores estes que implicam e interferem na medida real. Como? Por exemplo, um mar de 1 metro buraco forte. Em um dia de sol e água azul transparente, acreditamos de estar num playground com ondas pequenas. Agora imagine esta mesma situação com o tempo fechado, chuva e água escura, ventando. Com certeza a nossa previsão vai para um metrão e meio fechadeira.Mas, devido a todas estas confusões, invenções e pirações do folclore criado por nós, surfistas do mundo todo, e conhecendo as formas como medimos as ondas para dissertarmos (sim, dissertarmos, pois devido a tanta discordância precisamos sentar e debater sobre teses), criei uma tabela que possa ajudar a entender o real tamanho de uma onda (baseado, como já disse, no folclore do nosso litoral).Veja e confira se você e seus amigos se enquadram na forma de falar das ondas abaixo (folclórico). O tamanho que falamos de uma onda e qual é a sua real altura.Confira:QUANDO FALAMOS: NA VERDADE TEMOS (relacione com a sua altura):Quando falamos: 0,5 metrinho (meio metrinho) - Temos: 0,5 metro (meio metro) (não é que aqui não foge muito do inicial?!)Quando falamos: 0,5 metro (meio metro) - Temos: 1,0 metro (um metro) (aquela onda que bate no seu peito não tem um metro?)Quando falamos: 0,5 metrão (meio metrão) - Temos: 1,5 metro (um metro e meio) (esta está na altura do seu rosto)Quando falamos: 1,0 metrinho (um metrinho) - Temos: até 2 metros (muito usado em dias de ondas boas com muito sol)Quando falamos: 1 metro (um metro) - Temos: entre 2 metros e 2,5 metros ( dias bons. pense na onda acima de sua cabeça!)Quando falamos: 1,0 metrão (um metrão) - Temos: acima de 2,5 metros (olha, não é difícil de acontecer)Parece-me que o nosso problema é o menosprezo sobre a altura. Isso já é histórico, cultural. Costumávamos falar que as ondas estavam sempre menores só para falar que aquela situação era fácil para nós. Eu acho que hoje não precisamos mais nos prender a essa situação de diminuir tamanhos para nos valorizar.BEM VINDO AO MUNDO DO SURF VISTO PELOS MEUS OLHOS!Henrique Chaves é MBA em marketing esportivo, diretor do Ibrasurf e surfa há 27 anos

Até o Richard Gere está curtindo pegar ondaFanny Parafina em 4/8/2009
Ator tenta se equilibrar no pranchãoFoto: Grosby Group
Pessoal, com gesso no pé e precisando voltar ao trabalho, pois as contas estão só atrasando, ando meio deprê. Foi uma semana dos diabos (sinistra mesmo, cara!), ouvindo minha mãe repetindo que preciso ter mais cuidado, etc, etc, etc. Hoje, foi dia de trocar de gesso. Recepção lotada, galera com medo da gripe suína e eis que, de repente, no lap-top do carinha que estava do meu lado, pinta Richard Gere, com seus cabelos grisalhos, num traje de neopreme tentando se equilibrar em um longboard. Fui uma das milhões de gatas por esse mundo que sonhava com o grande ator. (lembram de Uma Linda Mulher??? e de Proposta Indecente???). Agora ele é um coroa que leva o filho pra praia. Pelo menos, uma coisa ainda temos um comum: gostamos de surf. Ah, o carinha do lap me deixou ver a foto muito rápido, ele queria era saber de atualizar o Twitter.
Surf nas aguas do Peru
SURFING BOARD
E apenas você e as ondas num imenso mar que não para de mover e foliar. Você apenas fica para manobrar e inventar giros sobre o seu board, correr, quebrar ou para sulcar, as cristas enormes de água que vêm e vão sem pausa alguma. Você às vezes sente os sopros de um mar irrompível.Tropeça e você está a ponto de perder o equilíbrio; então, você tem que ser sagaz e se torna alguma coisa assim como ilusionista das águas, porque você libera um inúmero de habilidades em seu desejo de não desabar o vórtice de sal e espuma que o cerca. Durante o ano inteiro, a costa do Peru oferece enredos incontáveis para a prática do surfe. A pompa e charme das suas praias o transformaram num país atraente, para os amantes dum dos jogo esportivos de aventura com mais seguidores no mundo inteiro. Nos países andinos, há uma grande quantidade de praias de ondas infinitas, como Casablanca (na costa de norte do Equador), Anconcito, as Brujas, o Mansito e os Castillos (na área sul da costa equatoriana) ou Punta Rocas, a Heradura, Punta Hermosa e Cerro Azul nas proximidades de Lima, a capital peruana. Chicama, no norte do Peru, é uma das praias com mais popularidade entre os surfistas, devido a suas ondas impressionantes, cortesia calma de um valente Océano Pacífico. Caracteristicas semelhantes apresenta a praia de San Mateo, na costa de norte equatoriana... em resumo, há um rosário de possibilidades que lhe permitirão fazer face dos embates do mar que vem e vão sem pausa alguma. Você é você e as ondas em um imenso mar que não para de mover e foliar. Você só deixou manobrar e inventar giros para ficar bom, para correr, quebrar ou para sulcar, as cristas enormes de água que eles vêm e vão sem pausa alguma. Você às vezes sente os sopros de um mar irrompível. Tropeça e você está a ponto de perder o equilíbrio; então, você tem que ser sagaz e você se torna alguma coisa assim como ilusionista das águas, porque você libera um inúmero de habilidades em seu desejo de não desabar o vórtice de sal e espuma que o cercam. Durante o ano inteiro, a costa do Peru oferece enredos incontáveis para a prática de surfe. A pompa e charme das praias deles/delas transformaram isto em um país atraente, para os amantes de um dos jogo esportivos de aventura com mais seguidores no mundo. Nos países andinos, há uma grande quantidade de praias de ondas infinitas, como Casablanca (na costa de norte do Equador), Anconcito, as Bruxas, o Mansito e os Castelos (na área sul da costa equatoriana) ou Pedras de Gorjeta, a Ferradura, Gorjeta Bonita e Colina Azul nas proximidades de Lima, o capital peruano. Chicama, no norte do Peru, é um das praias com mais popularidade entre o surfistas, devido a suas ondas impressionantes, cortesia calma de um valente. San Mateo semelhante característico apresenta, na costa de norte equatoriana... em resumo, há um rosário de possibilidades que permitirão fazer face aos embates do mar que vem e vão sem pausa.
domingo, 2 de agosto de 2009
a melhor praia para alguem poder aprender a surfar
Barra da Lagoa
Uma praia da ondas calmas, perfeita para quem quer aprender a surfar. Possui várias escolinhas de surf e uma boa infra-estrutura de restaurantes.